Está claro o caráter TOTALITÁRIO da esquerda brasileira, que instrumentaliza o feminismo para calar qualquer oposição.

Repare no movimento. A mulher do Descondenado chama de "misoginia" a simples cobrança do público sobre seus gastos exorbitantes em viagens pelo mundo. Cobrança legítima, feita a quem vive do dinheiro do contribuinte.

O truque é velho e é sempre o mesmo. Transformar crítica política em crime de gênero. Quem pergunta quanto custou vira agressor. Quem exige transparência vira misógino.

Não se responde à pergunta. Criminaliza-se quem pergunta.

E não é retórica solta. Na mesma entrevista em que classificou a cobrança sobre suas viagens como "misoginia pura", ela pediu ao Congresso que aprove o PL 896, o projeto que equipara misoginia a racismo, com pena de dois a cinco anos, crime inafiançável e imprescritível. O texto já passou no Senado e teve urgência aprovada na Câmara. A oposição resiste exatamente pelo motivo óbvio: uma tipificação vaga o bastante para transformar opinião em processo criminal.

Junte as duas pontas. Primeiro se decreta que criticar uma mulher de poder é misoginia. Depois se pede uma lei que mande a misoginia para a cadeia. O que sobra no meio é a oposição, processada por perguntar quanto custa o avião.

O raciocínio, levado ao fim, é este: basta ser mulher para ficar acima da fiscalização, e quem insistir na pergunta responde na Justiça.

Isso não é defesa de mulher nenhuma. É blindagem de poder com verniz de pauta identitária.

Isso é a esquerda.

@FSU_BR: 🚨 ALERTA: A primeira-dama Janja diz que o PL de Criminalização da Misoginia pode ser votado HOJE, terça-feira!

Ela diz ainda que as pessoas que a chamam de “gastadeira” nas redes sociais fazem um exemplo de misoginia https://t.co/DG3LHd7Fg3

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