Há uma tentativa desesperada da militância de redação do regime de apresentar o atual escândalo no Supremo como uma disputa entre dois ministros.

Não é.

Um ministro foi exposto por manter relação imprópria, para dizer o mínimo, com o personagem central do maior crime financeiro da história do Brasil.

Esse é o escândalo.

E ele fica ainda mais grave porque o ministro exposto, ao invés de se explicar, resolveu usar o poder da sua caneta, turbinada pelo "inquérito" das Fake News, para se proteger, atacando o colega que apenas cumpre a sua função.