Há exatamente um ano, Charlie Kirk, uma das maiores vozes conservadoras dos EUA, foi ASSASSINADO fazendo o que sempre fez: debater civilizadamente com quem pensava diferente. Foi alvejado no meio de uma resposta, de microfone na mão.

O assassinato foi abertamente comemorado por milhares de esquerdistas. Ficou claro, mais uma vez, quem são os verdadeiros extremistas.

Charlie era o oposto da caricatura que fizeram dele. Percorria universidades convidando opositores ao microfone. Respondia com dados, argumentos e respeito.

Boa parte da esquerda não quer diálogo nem convivência com quem pensa diferente. Quer nos calar. E, quando calar não basta, nos eliminar fisicamente.

Um ano depois, a lição permanece: não mataram Charlie porque ele era radical. Mataram porque ele venceu o debate.