O Grok aponta as melhorias:
O que melhoraria Uma IA bem desenhada poderia:
Acabar com a fila e com o acaso do relator. O mesmo critério valeria para todos os casos semelhantes, em vez de depender de quem pegou o processo e do humor do dia. Reduzir o custo e o tempo. O Judiciário brasileiro já usa IA para resumir autos, classificar recursos e sugerir minutas; o salto de produtividade em alguns juízos de primeiro grau já foi brutal (e também gerou erros graves quando o humano não conferiu). Eliminar alguns vícios humanos óbvios: amizade, vaidade, cálculo de sobrevivência institucional, troca de favores, “código de conduta” que nunca vira código. Forçar fundamentação explícita. Se o sistema for auditável, cada decisão teria de apontar os artigos, os precedentes e os pesos dados a cada direito — algo que decisões humanas muitas vezes escondem em retórica.
Em tese, seria o fim da “juristocracia personalista”: o poder deixaria de residir em 11 currículos e passaria a residir em um sistema.