O vírus mental que normaliza o assassinato de adversários, até mesmo bebês

O esquerdismo é um vírus mental que tem acometido especialmente as mulheres.

Veja esse caso que viralizou nos EUA.

Uma mulher postou no TikTok o ultrassom com a legenda "o momento em que descobri que era um menino". Na imagem seguinte, o agendamento de um "procedimento" na Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do país, com a legenda "o momento em que marquei aquela consulta", seguida de um emoji às gargalhadas.

Ou seja, descobriu que o filho era homem e decidiu matá-lo.

Mais de 418 mil curtidas.

Não se sabe se o caso é verídico. Mas o ponto não é esse. O ponto é a reação de uma massa de mulheres que, na melhor das hipóteses, achou uma ótima "piada" e, na pior, concorda com a ideia de exterminar homens.

E mesmo a "piada" já é desumanização. Numa sociedade saudável, ninguém acharia graça do aborto de um bebê por ser menino.

Infelizmente, está longe de ser um caso isolado.

Há pouco mais de um ano, o assassinato de Charlie Kirk foi comemorado abertamente nas redes sociais. No Brasil, nesta semana, perfis de esquerda passaram a pregar que é hora de "kirkificar" a direita. Um deles resumiu o plano: "vamos kirkificar a direita brasileira, bala no alvo bala no problema".

Reportagem de @david_agape_ no site A Investigação, publicada em 15 de outubro, documentou dezenas de publicações nesse sentido. Flávio Bolsonaro é o alvo mais frequente, seguido por Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Tarcísio de Freitas e outros nomes do PL e da direita.

Há posts pedindo atirador, sniper, revólver. Há quem ofereça álibi. Eventos de campanha são tratados como oportunidade. Vários perfis anunciam voto no PT, usam o número 13 ou se identificam com a esquerda. Parte das contas apagou as mensagens depois de exposta, mas as capturas foram preservadas.

No mês passado, o julgamento de Lindsay Clancy, a mãe que matou os três filhos pequenos em Massachusetts (o caçula, um bebê de 8 meses), terminou sem veredito. Onze dos doze jurados queriam absolvê-la por insanidade, alegando psicose pós-parto. O júri tinha nove mulheres. O único voto contrário veio de um homem. Do lado de fora do fórum, centenas de mulheres vestidas de rosa faziam vigília pela ré, sob o lema "Eu sou Lindsay Clancy".

E há o caso de Brian Thompson, CEO da maior seguradora de saúde dos EUA, executado a sangue frio numa calçada de Manhattan. A esquerda transformou o assassino, Luigi Mangione, em herói. Fãs, muitas delas mulheres, lotavam as audiências e bancaram uma vaquinha milionária para a defesa. Em agosto, Mangione confessou o crime na Justiça federal. Para o fã-clube, nada mudou.

O que estamos vendo é a normalização da violência e do assassinato em massa, uma velha prática da esquerda revolucionária.

É exatamente assim que começam os episódios de assassinato em massa da história humana. Primeiro, surge a ideia. Só depois ela é levada a cabo.

Foi assim na URSS, na China, na Coreia do Norte e no Camboja. Em todos eles, o extermínio foi precedido pela fase em que a morte do inimigo virava piada, causa nobre ou caso de absolvição.

Tudo indica que a esquerda revolucionária está madura para repetir os crimes contra a humanidade que marcaram o século XX.