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Brasil 🇧🇷

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O Descondenado tem dois objetivos:

Comprar votos para manter o regime de pé.

Se não conseguir ficar no poder, inviabiliza o próximo governo, que terá que adotar medidas impopulares para equilibrar as contas, abrindo espaço para volta da esquerda no próximo ciclo.

@ivanildoiii: A conta já está em 358 bilhões de reais.

Tenho medo de que, se o Lula não reagir nas pesquisas, vamos nos aproximar de 500 bilhões. Sim, meio trilhão de reais.

O que mais me pega é tudo o que poderia ser feito com esse dinheiro.

Estima-se que sejam necessários R$ 431 bilhões para universalizar o tratamento de água e esgoto no Brasil. Com apenas o dinheiro que o Lula está torrando na reeleição, a cobertura de esgoto do país poderia saltar de cerca de 56% para 84%.

Isso significaria milhares de brasileiros vivos. Sim, vivos! Milhares de brasileiros morrem todos os anos por beber água com cocô. É uma vergonha. Uma desgraça. Todo brasileiro deveria sentir vergonha de que outro brasileiro esteja morrendo por algo assim em 2026.

E é por isso que eu NUNCA vou votar no PT. É esse discurso de ajudar os pobres, de colocar as massas contra as elites, mas o que eles fazem de fato? O que é importante para eles? Evitar que os pobres deste país bebam água com cocô e morram por causa disso, ou se reeleger?

O que mais me irrita no Lula é o fato de que ele poderia fazer muita coisa boa. Muita coisa boa! O Brasil tem muitos problemas que só o Estado pode atacar. Mas o que ele prefere fazer? Continuar gastando os trilhões de reais em impostos que nós pagamos?

Globalistas por trás de "monitoramento" de igrejas no Brasil.

Isso é gravíssimo!

O objetivo da esquerda, desde sempre, foi desarticular religiões. Seja através da repressão direta, como fazem até hoje na China, por exemplo, seja pela infiltração, como fazem na Igreja Católica.

@cabreraagro: Quem está vigiando os púlpitos brasileiros? E quem paga por isso?

Nos dois domingos antes do primeiro turno, um grupo de pesquisa da UFRJ e a organização internacional More in Common reuniram e transcreveram 7.456 missas e cultos pelo país. Foram quase 14 mil horas de oração, louvor e pregação vasculhadas em busca de “crimes eleitorais”.

O resultado? Em 96,8% das celebrações não houve propaganda eleitoral alguma. Nas missas católicas, em 99,3%. Os fiéis foram rezar, cantar e ouvir a Palavra.

A pergunta que fica é outra: desde quando a fé deve ser tratada como suspeita política?

No século XVII, John Bunyan, autor de O Peregrino, passou cerca de 12 anos preso na Inglaterra por pregar sem licença das autoridades. Quase quatro séculos depois, ainda precisamos defender o mesmo princípio: a consciência humana não pertence ao Estado.

A Constituição garante a liberdade de crença e o livre exercício dos cultos, e proíbe o poder público de embaraçar o funcionamento das igrejas, consagrando a laicidade colaborativa brasileira. Estado laico não é Estado ateu. A separação entre Igreja e Estado foi feita para proteger a fé e os religiosos do poder político e não o contrário.

Um pastor pode condenar o aborto. Um padre pode defender a família. Um líder religioso pode criticar a corrupção. Convicções religiosas continuam legítimas quando têm consequências políticas. Falar de vida, família e moral faz parte da pregação cristã há dois mil anos.

Pedir voto no altar já é proibido por lei, e quem descumprir deve responder por isso. Daí a vigiar milhares de igrejas em busca de um deslize vai uma distância enorme. Alguém já monitorou com o mesmo empenho assembleias de sindicato, salas de aula ou atos de movimentos sociais?

Há também uma questão de transparência. Entre os financiadores da More in Common estão a Open Society Foundations, de George Soros, a Luminate, de Pierre Omidyar, e o Bezos Earth Fund, de Jeff Bezos. Isso não prova que financiaram este monitoramento, mas torna as perguntas inevitáveis. Quem pagou por essa pesquisa? Quanto custou? Quem terá acesso ao banco de dados com milhares de sermões? Para que ele poderá ser usado? Quem fiscaliza os outros deve ser o primeiro a prestar contas.

Quando padres e pastores começarem a medir as palavras com medo de serem gravados, a liberdade já terá perdido. Quem vigia o púlpito hoje vai querer decidir amanhã o que pode ser pregado.

A igreja brasileira passou num teste que nunca deveria ter sido obrigada a fazer.

#LiberdadeReligiosa #LiberdadeDeConsciência #LiberdadeDeExpressão #DemocraciaSempre