Globalistas por trás de "monitoramento" de igrejas no Brasil.
Isso é gravíssimo!
O objetivo da esquerda, desde sempre, foi desarticular religiões. Seja através da repressão direta, como fazem até hoje na China, por exemplo, seja pela infiltração, como fazem na Igreja Católica.
@cabreraagro:
Quem está vigiando os púlpitos brasileiros? E quem paga por isso?
Nos dois domingos antes do primeiro turno, um grupo de pesquisa da UFRJ e a organização internacional More in Common reuniram e transcreveram 7.456 missas e cultos pelo país. Foram quase 14 mil horas de oração, louvor e pregação vasculhadas em busca de “crimes eleitorais”.
O resultado? Em 96,8% das celebrações não houve propaganda eleitoral alguma. Nas missas católicas, em 99,3%. Os fiéis foram rezar, cantar e ouvir a Palavra.
A pergunta que fica é outra: desde quando a fé deve ser tratada como suspeita política?
No século XVII, John Bunyan, autor de O Peregrino, passou cerca de 12 anos preso na Inglaterra por pregar sem licença das autoridades. Quase quatro séculos depois, ainda precisamos defender o mesmo princípio: a consciência humana não pertence ao Estado.
A Constituição garante a liberdade de crença e o livre exercício dos cultos, e proíbe o poder público de embaraçar o funcionamento das igrejas, consagrando a laicidade colaborativa brasileira. Estado laico não é Estado ateu. A separação entre Igreja e Estado foi feita para proteger a fé e os religiosos do poder político e não o contrário.
Um pastor pode condenar o aborto. Um padre pode defender a família. Um líder religioso pode criticar a corrupção. Convicções religiosas continuam legítimas quando têm consequências políticas. Falar de vida, família e moral faz parte da pregação cristã há dois mil anos.
Pedir voto no altar já é proibido por lei, e quem descumprir deve responder por isso. Daí a vigiar milhares de igrejas em busca de um deslize vai uma distância enorme.
Alguém já monitorou com o mesmo empenho assembleias de sindicato, salas de aula ou atos de movimentos sociais?
Há também uma questão de transparência. Entre os financiadores da More in Common estão a Open Society Foundations, de George Soros, a Luminate, de Pierre Omidyar, e o Bezos Earth Fund, de Jeff Bezos. Isso não prova que financiaram este monitoramento, mas torna as perguntas inevitáveis. Quem pagou por essa pesquisa? Quanto custou? Quem terá acesso ao banco de dados com milhares de sermões? Para que ele poderá ser usado? Quem fiscaliza os outros deve ser o primeiro a prestar contas.
Quando padres e pastores começarem a medir as palavras com medo de serem gravados, a liberdade já terá perdido.
Quem vigia o púlpito hoje vai querer decidir amanhã o que pode ser pregado.
A igreja brasileira passou num teste que nunca deveria ter sido obrigada a fazer.
#LiberdadeReligiosa #LiberdadeDeConsciência #LiberdadeDeExpressão #DemocraciaSempre
